Esqueça a tortura que pode ser formar-se numa escola de negócios ou um curso tecnológico.

Para quem tem ambições em se tornar num milionário,um curso de artes ou curso nenhum poderá ser a melhor solução.

De acordo com um novo estudo da  Approved Index, no qual foi pesquisado o passado académico das 100 pessoas mais ricas do mundo,chegou-se à conclusão que a maioria dos bilionários não completaram os seus estudos universitários.

Os resultados mostram que os cursos de arte foram três vezes superiores aos estudos em matemática ou em ciência.

Estes são os cursos académicos mais frequentados pelas 100 pessoas mais ricas do mundo:

  • 1. Nenhum Curso (32)
  • 2. Engenharia (22)
  • 3. Negócios (12)
  • 4. Artes (9)
  • 5. Económicas (8)
  • 6. Finanças (3)
  • 7. Ciência (2)
  • 8. Matemáticas (2)
  • 9. Lei (2)
  • – Outros Cursos (8)

5 milionários que não têm um curso superior

1. Ralph Lauren

  • Depois de ter estudado negócios durante dois anos,Ralph Lauren decidiu desistir dos estudos e juntar-se ao exercito.

2. Steve Madden

  • Steve Madden frequentou a Universidade de Miami durante um curto período de tempo.
  • Depois do seu pai lhe ter cortado os fundos académicos por mau comportamento,voltou a Nova Iorque e tornou-se num empresário de sucesso.

3. Bill Gates

  • Depois de se interessar pela programação informática,Bill Gates desistiu dos estudos e tornou-se no homem mais rico do mundo.

4. Steve Jobs

  • Steve Jobs frequentou o secundário mas cedo desistiu dos estudos para dedicar a sua vida a revolucionar o mundo da tecnologia,tornando-se num milionário ainda muito jovem.

5. Mark Zuckerberg

  • O fundador do Facebook é o jovem mais rico do mundo sem nunca completar os seus estudos universitários.

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Será que deve desistir dos seus estudos por causa destes exemplos?

A resposta é não,pois apesar de os diplomados sentirem cada vez mais dificuldade em encontrar trabalho, é entre os detentores de grau académico que existem as mais elevadas taxas de empregabilidade na União Europeia.

A subida da taxa de desemprego em Portugal entre os licenciados está a contribuir para a redução dos interesse por parte dos alunos no ensino superior.

A Comissão Europeia está preocupada com esta situação e alertou Portugal que tome medidas pois os benefícios para a sociedade dos cursos superiores superam os custos em larga escala.

O desinteresse dos portugueses no ensino superior é maior em Portugal que na maioria dos outros países da Europa.

Estes avisos da Comissão Europeia servem para nos lembrar que afinal de contas,não somos todos como o Bill Gates.